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A CIÊNCIA DA AUTO-REGULAÇÃO VOLUNTÁRIA
VOCÊ NO COMANDO DO SEU ORGANISMO



O QUE É BIOFEEDBACK?

O biofeedback é uma ferramenta terapêutica que fornece informações com a finalidade de permitir aos indivíduos, desenvolver a capacidade auto-regulação. Na verdade, o feedback está presente em nosso dia-a dia de várias maneiras. Quando, por exemplo, você se olha no espelho, ele lhe devolve (feedback) informações sobre sua aparência impossíveis de enxergar sem ele. A partir dessas informações, você pode fazer as modificações que julgue necessárias . O processo de biofeedback é muito semelhante a isso, sendo que, nesse caso, instrumentos super-sensíveis (normalmente computadorizados) são usados para medir dados fisiológicos do seu corpo, tais como temperatura, nível de tensão da musculatura esquelética, ritmo cardíaco e outros, dos quais normalmente não somos conscientes.

Os instrumentos de Biofeedback captam essas informações fisiológicas e as convertem em sinais facilmente compreensíveis, o que possibilita um processo de treinamento objetivando um progressivo aumento da capacidade de auto-regulação voluntária de uma série de funções orgânicas até então completamente fora do nosso controle consciente.

Através do monitoramento da função de vários órgãos, é possível obter um determinado grau de controle sobre a função muscular, frequência cardíaca, temperatura da pele, pressão sanguínea e sobre o funcionamento do estômago intestino e bexiga.

Esta técnica tem se mostrado eficaz em produzir alívio do sofrimento de indivíduos padecendo de uma lista crescente de problemas, entre os quais:

          1. Cefaléias Tensionais e Enxaquecas;
          2. Síndrome do cólon irritável;
          3. Hipertensão essencial;
          4. Dores miofaciais como nos distúrbios da articulação temporo-mandibular;
          5. Tics motores;
          6. Fraqueza muscular após acidentes vasculares;
          7. Transtorno de ansiedade;
          8. Transtorno de Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade;
          9. Incontinência fecal e urinária;
          10. Doença de Raynaud;
          11. Transtornos do sono;
          12. Sequelas neuro-musculares pos AVC.

QUANTO DURA O PROCESSO ?

As sessões de Biofeedback costumam durar cerca de 45 minutos e ter a frequência de uma ou mais por semana e todo o processo varia de duração desde umas poucas sessões, até processos mais demorados quase sempre em função das diferenças individuais no padrão de resposta ao Biofeedback. O objetivo final é que o cliente possa dispensar o equipamento e levar para o seu dia-a-dia, as estratégias de auto-regulação aprendidas.

 QUAIS AS FORMAS DE BIOFEEDBACK MAIS FREQUENTEMENTE USADAS ?

BIOFEEDBACK TÉRMICO: Mede a temperatura da pele e a traduz em sinais facilmente reconhecíveis pelo cliente. Em situações de stress, os vasos sanguíneos se contraem e deixam passar menos sangue, reduzindo assim a temperatura da pele. O Biofeedback térmico, permite ao cliente perceber a eficácia das estratégias de relaxamento sobre a irrigação da pele e possibilita um ganho acentuado de controle sobre a temperatura da superfície do corpo. Extremidades desconfortavelmente frias são uma das queixas mais frequentes em situação de stress.

BIOFEEDBACK ELETROMIOGRÁFICO (EMG):  Registra a intensidade da atividade elétrica dos músculos e permite identificar regiões de tensão muscular exagerada. Através do treinamento com essa forma de Biofeedback, é possível otimizar as estratégias de relaxamento e conseguir o alívio de uma série de sintomas decorrentes da tensão muscular excessiva, tais como cefaléias tensionais, dores faciais, lombalgias etc.

O procedimento do biofeedaback eletromiográfico, pode ser ilustrado usando-se como exemplo, o tratamento das dores de cabeça provocadas por tensão. Essas cefaléias são frequentemente provocadas pela manutenção de determinados músculos da cabeça pescoço e costas, em um estado de tensão permanente , especialmente em situações de stress elevado.

A pessoa com cefaléia tensional normalmente não tem consciência desse estado de tensão muscular exagerada. A consequência disso pode ser um estado de dores de cabeça frequentes, prejudicando  a qualidade de vida e o desempenho dos indivíduos. No tratamento dessa condição, vários sensores são conectados em pontos específicos do crânio, face, pescoço e costas, de modo a permitir que o nível tensional dos músculos dessas regiões possa ser registrado através desses eletrodos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Durante o processo de Biofeedback, o nível de tensão muscular é monitorado via computador e mostrada, por exemplo, em forma de um som cuja tonalidade aumenta ou diminui à medida que a tensão muscular cresce ou é aliviada. Dessa maneira, é possível ouvir as variações do nível de tensão muscular .

Ao longo do treinamento, o paciente é instruído a tentar reduzir o tom o tanto quanto possível, o que corresponderá a uma redução da tensão muscular nas áreas monitoradas. Após umas poucas sessões de teinamento, através de um processo de tentativa e erro, descobre-se como relaxar a mandíbula, fronte e pescoço e assim, reduzir a frequência do som.

O paciente é informado de que tudo aquilo que possibilita uma redução do tom representa uma manobra bem sucedida de relaxamento muscular . Ao longo de várias sessões, ele aprende como manter vários desses músculos da face, mandíbula e pescoço relaxados. À media que mostra uma crescente facilidade de atingir um bom nível de relaxamento dos músculos monitorados, o indivíduo passa a precisar cada vez menos da monitoração do computador e a ser capaz de atingir esse estado de relaxamento a partir da leitura de seus próprios sinais internos.

A essa altura do treinamento, os pacientes começam a relatar que já estão sufucientemente conscientes dos níveis de tensão muscular no seu dia-a-dia a ponto de serem capazes de colocar em ação as estratégias de ralaxamento aprendidas durante o processo de Biofeedback. Muitos pacientes conseguem obter uma notável redução na intensidade e frequência das cefaléias à medida que desenvolvem essa capacidade de detectar e reduzir a tensão muscular.

Os estudos têm mostrado que essa capacidade de auto-regular os níveis de tensão muscular, se mantém ao longo do tempo e os relatos mostram o sucesso em conseguir manter as cefaléias tensionais ausentes, ou reduzidas a um mínimo.

BIOFEEDBACK ELETRODÉRMICO - A velocidade da condução de eletricidade sobre a superfície da pele é diretamente influenciada pela quantidade de suor presente. Eletrodos colocados na superfície palmar e plantar das mãos e pés, registram uma maior velocidade da condução da eletricidade em pessoas tensas e a tradução dessa informação em sinais sonoros e/ou visuais funciona como um espelho do nível de tensão emocional . O Biofeedback eletrodérmico é particularmente valioso na determinação do perfil psicofisiológico de resposta ao stress, no qual se avalia a capacidade do indivíduo de reagir ao stress dentro de um padrão de ativação e relaxamento normais.

NEUROFEEDBACK - No Neurofeedback, o equipamento computadorizado é usado para registrar as ondas cerebrais e mostrá-las de forma facilmente compreensível de forma que ao longo de um processo de treinamento, a pessoa possa conseguir níveis crescentes de controle voluntário sobre sua atividade cerebral. O Neurofeedback tem sido utilizado com sucesso no tratamento de uma série de disfunções cerebrais.

O Transtorno de Déficit de Atenção (TDA/TDAH) é um bom exemplo da aplicação bem sucedida do Neurofeedback. Pessoas com essa disfunção produzem uma quantidade excessiva de ondas cerebrais lentas (teta) e uma quantidade insuficiente de ondas rápidas (beta). Ondas cerebrais lentas, são associadas à distraibilidade e ondas rápidas (beta) à atenção e concentração. No processo de Neurofeedback, os indivíduos são treinados para intensificar a produção de ondas rápidas e reduzir a quantidade de ondas lentas, aumentando assim a sua capacidade de atenção e concentração. Nesses casos, o Neurofeedback tem se mostrado uma alternativa eficaz e segura aos medicamentos.

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